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Postado em 9 de agosto de 2018

Ser catequista: testemunhar a alegria do Evangelho!

Ser catequista: testemunhar a alegria do Evangelho!

Ao celebrar o dia do(a) catequista, recordamos que ser catequista é um grande dom na vida e missão da Igreja. O espírito, que conduz a Igreja em sua missão, suscita continuamente vocações para a evangelização. A uns chama ao ministério presbiteral, cujas funções são, precisamente, a educação da fé. A outros chama à vida consagrada para realizar, desde essa vocação, tarefas evangelizadoras muito variadas. Muitos deles são chamados a trabalhar na catequese. Para alguns deles a Igreja encarrega a tarefa concreta de catequizar. Todos esses agentes estão a serviço do “ministério da catequese” que é o ministério fundamental em toda a Igreja particular.

A missão catequética é exercida em nome da Igreja, o que significa que o(a) catequista deve seguir as orientações da Igreja. O(A) catequista, ao receber o ministério, assume o compromisso que a Igreja lhe confere, tornando-se responsável pela missão de evangelizar.

A formação do(a) catequista tem seus fundamentos na pessoa de Jesus Cristo. Jesus, com seu olhar perceptivo e atento na escuta do coração humano, como um bom catequista, aponta caminhos para a formação do educador da fé. Jesus educa com afeto e ternura, acolhe e ouve a pessoa. Inspirada na pessoa de Jesus, a formação do(a) catequista deve sugerir uma catequese afetiva, da ternura, promovendo o seguimento ao Mestre.

A finalidade da formação requer, portanto, que o catequista se torne o mais capacitado possível a realizar sua missão. Ninguém nasce pronto. Cada ser humano vai adquirindo experiências
no processo de crescimento. É o princípio aprender fazendo. A formação humano-cristã do(a) catequista, é um longo caminho a ser percorrido, através de conhecimentos,de práticas iluminadas pela reflexão bíblico-teológica, pedagógico, metodológica. Requer sintonia com o tempo atual e com a situação da comunidade. Assim, fiéis a Deus, à Igreja e à pessoa humana, os (as) catequistas evangelizam a partir da vida, anunciando o mistério de Jesus Cristo, sendo ao mesmo tempo, mestres, educadores e testemunhas.

A formação do(a) catequista possui as seguintes dimensões: ser, saber e saber fazer. A mais profunda se refere ao próprio ser do catequista, à sua dimensão humano-cristã. A formação de fato deve ajudá-lo(a) a amadurecer, antes de mais nada, como pessoa, como fiel e como discípulo(a).

Não pode haver verdadeiros catequistas sem formação. A importância que o(a) catequista tem na vida da Igreja leva a afirmar que os instrumentos de trabalho não podem ser verdadeiramente eficazes, se não forem utilizados por catequistas bem preparados. Portanto, ao celebrarmos o dia dos(as) catequistas agradecemos a Deus pelo dom de tantas vidas doadas ao anúncio do Evangelho, como verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo na catequese com: o ventre materno, crianças, jovens, adultos , idosos e junto à pessoa com deficiência. O Espírito Santo vos ilumine nesta vocação e missão.

Com ternura,

catrina

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